Beto na Ásia!
fevereiro 15, 2012Beto Conte está de volta à Asia em mais um roteiro cultural do STB desvendando os segredos e belezas do sul da India onde as tradições hindhus são as mais bem preservadas.
Uma semana em trem de luxo, ao estilo dos Marajás, desde a movimentada Bangalore, a capital tecnologica do país, até a tranquilidade das praias de Kerala. Oportunidade de se encantar com seus templos, palácios e fortalezas, lembrar o legado colonial português em Kochi e francês em Pondicherry, e se deixar envolver pelos costumes do sul da India.
O roteiro começou com toda modernidade de Singapura e “grand finale” nas ilhas Maldivas - um paraíso terrestre no meio do Oceano Índico.
acompanhe a viagem pelo blog www.betonomundo.wordpress.com
segue impressões e fotos de Singapura
Sir Raffles em 1819 vislumbrou as possibilidades do porto dessa vila de pescadores e transformou Singapura em importante centro naval e comercial britânico. Independente desde 1965, Singapura é 1 dos 4 tigres asiáticos.
Singapura é multicultural com 77% de chineses budistas, 14% de malaios muçulmanos e 8% de sul indianos hindus, mas sobretudo contemporânea e próspera – o Marina Sands Bay representa sua modernidade com uma piscina ligando o topo de 3 edifícios de 57 andares.
Uma cidade-estado de apenas 700km² recebe 12 milhões de visitantes ao ano – o dobro de turista que visitam Brasil. Singapura é também referência na área da saúde, almejando atender 1 milhão de pacientes internacionais em 2012, que representará uma receita de 3 bilhões de US$. Sua prosperidade além de centro financeiro e naval: se deve ao refinamento de petróleo – o 3º maior centro mundial.
Comemoramos o primeiro dia com 1 drink temático: o Singapure Sling – do topo do Marina Sands Bay.
Singapura é conhecida como a Suíça da Ásia, por ser um paraíso fiscal atraindo as fortunas regionais. Além disso, sua estabilidade política, eficiência e prosperidade continuam atraindo investimentos do mundo todo.
Mr. Lee, o líder da independência e primeiro-ministro linha-dura que governou de 1965 a 1990, conduziu o pais na linha “ordem e progresso” – a cidade é conhecida como “fine city” – jogando com o duplo cidade de uma cidade boa de viver com a cidade das multas (fine) – a cidade é impecável, o trânsito flui, pois tem multa para tudo – desde jogar lixo até atravessar rua fora da faixa de segurança. Após de um período sob governo do Mr Goh, hoje Mr Lee junior que governa o país – resultando no trocadilho – father, son and the holy goh.
Muito legal o “colonial district”, com belos prédios do período inglês transformados em museus e centros culturais. O centro político revitalizado como centro cultural.
Muito legal desbravar uma cidade a pé. Se acaba tendo a sensação de dominar o desconhecido. Raffles Place, junto ao rio que divide a Chinatown do Colonial District.
Depois de uma excelente mostra dos tecidos indianos no Museu de Artes Asiáticas, desfrutamos do vento na cara a bordo de um barco que circulou pelo rio até o Marina Bay Sands. As antigas construções às margens do rio Singapura são patrimônio da cidade e contrastam com a verticalidade do centro financeiro.
Jantar a beira-rio e voltamos caminhando ao hotel.
Tomamos o cable car ate a ilha de Sentosa – centro de entrenimento com cassino, parques infantis, hotéis, praias e o Underwater World – onde além de um túnel de vidro envolvido por arraias e tubarões, apreciamos o ballet de mãea-d’agua, os disfarces do polvo e formas inusitadas como do leafy sea dragon.
Singapura – uma pequena nação – com muitas atrações
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